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  • O que mudou na comunicação nos últimos 10 anos? #10yearschallenge

    O que mudou na comunicação nos últimos 10 anos? #10yearschallenge

    No mês passado, a Casa do Texto completou 10 anos! Uhuu!!! Coincidência ou não, estamos acreditando que 10 é o número do momento.

    Se você costuma usar o Instagram viu que na última semana a sensação foi o desafio dos 10 anos. Usando as hashtags #10yearschallenge e #10yearchallenge milhares de usuários da rede social — incluindo celebridades e, lógico, o pessoal da Casa do Texto — se divertiram postando fotos atuais comparando-as com fotos de uma década atrás.

    Mas será que foram só as pessoas que mudaram nesse período? Veja como era e como ficou a comunicação dentro das empresas, e entre elas e o público também.

     

     

    A ano é 2009: como era a nossa comunicação?

    Pense como um consumidor: como você comprava algo 10 anos atrás? Como recebia informações sobre novos produtos, novas tecnologias, entre outras coisas?

    Em um mundo não tão distante assim, em 2009 já tínhamos pleno acesso à internet. Porém, nem toda a comunicação que usamos atualmente através dela existia.

    Agora, direcione o seu pensamento para o trabalho: como você se comunicava com seus funcionários? Ainda não tinha a sua própria marca? Ok! Então responda: como era a comunicação entre as pessoas na empresa onde trabalhava na época? E com as outras empresas, como vocês se comunicam?

    Certamente, uma das ferramentas que vêm a nossa mente é o e-mail. Não tão popular hoje em dia — porém, ainda muito útil e, sim, muito utilizado — inicialmente o e-mail era uma das principais formas de trocar mensagens, especialmente as profissionais.

    Com o passar do tempo tudo ficou mais rápido e dinâmico. A maneira de se comunicar ganhou nova velocidade e diversos aplicativos surgiram para contribuir ainda mais com essa “sede de informações”.

    O WhatsApp, por exemplo, é um dos aplicativos que se fosse participar do #10yearschallenge teria que postar uma foto da sua certidão de nascimento.

    Criado em 2009, o WhatsApp rapidamente caiu no gosto mundial. Tanto que, em apenas quatro anos de existência, já havia batido o recorde do Facebook com o mesmo tempo de vida, contando com duas vezes mais usuários.

    E olha que naquela época ele nem pertencia ao menino empreendedor Mark Zuckerberg, que somente comprou o WhatsApp em 2014.

    Como se tornou uma forte ferramenta de comunicação, inclusive no meio empresarial, o WhatsApp lançou em 2018 a sua versão Business, voltada exclusivamente para empresas.

     

    Quais as outras formas de comunicação entre empresas e público?

    Quando se fala em comunicação, ainda mais tendo a internet como veículo, quanto mais rápido as notícias chegarem melhor.

    Redes sociais que antes tinham apenas como foco o entretenimento acabaram sendo “invadidas” pelas empresas que viram ali uma excelente maneira de chegar até o seu público-alvo.

    O Facebook, por exemplo, foi criado em 2004, e teve sua primeira versão em português em 2008. Mas somente em 2011, quando a empresa abriu um escritório aqui no Brasil, que ele realmente ganhou força entre nós, se tornando uma das principais e mais acessadas redes sociais. Ou seja, uma excelente porta para divulgação de marcas e serviços.

    O Twitter — tadinho, não tão badalado hoje em dia, mas mesmo assim ainda muito funcional para mensagens rápidas, propagação de novidades e informativos de novos posts, por exemplo — foi criado em 2006, se tornando mais conhecido em terras tupiniquins em 2011, quando ganhou sua versão em português.

    Já o Instagram é uma das redes sociais mais recentes. Lançado em 2010, ele mesmo não poderia participar do #10yearschallenge — que contraditório! Seu grande auge aconteceu em 2012, com o lançamento da versão para Android e sua compra pelo menino Mark (sim, aquele beeeeem empreendedor).

     

    A comunicação em 10 anos: o que mudou?

    Outro que chegou com tudo em 2009 foi o Inbound Marketing, ou o marketing de atração. 

    Esse conceito foi criado em 2006 pela empresa Hubspot, mas somente três anos depois se tornou a estratégia mais popular para conversão de cliente. Isso ocorreu após o lançamento do livro “Inbound Marketing: seja encontrado usando o Google, a mídia social e os blogs”.

    O Inbound Marketing visa atrair público e convertê-lo em cliente usando, para isso, conteúdos relevantes.

    Diferente da forma de venda de anos atrás, em que as empresas iam atrás dos clientes, no Inbound são criados conteúdos que trazem respostas e soluções para os problemas do público-alvo e, assim, é o cliente que chega até a sua marca.

    Mas para isso é preciso saber falar com o público. A forma que você usa as ferramentas que hoje temos disponível é o que, de fato, traz resultados para a sua estratégia.

    No decorrer desses 10 anos a Casa do Texto cresceu em número de clientes e em qualidade. Ou melhor, o crescimento da nossa qualidade é que fez com que o número de clientes aumentasse.

    Aqui, trabalhamos a comunicação — seja entre empresa/cliente, empresa/empresa, empresa/funcionários — de forma assertiva.

    Não basta saber o que falar, é primordial saber como falar.

    Para cada ferramenta e rede que chegou até nós na última década há um conteúdo correto a ser produzido, bem como a forma certa de se comunicar.

    E você e sua marca, mudaram muito nos últimos 10 anos? Que tal mudar ainda mais? Vem pra Casa!

    #10yearschallenge   #10yearchallenge   #nossodesafioécrescer   #teamcasa

     

    Curiosidades de 2009

    Só para não perder a vibe nostálgica, veja o que foi destaque no mundo em 2009:

    • o filme “Quem quer ser um milionário?” ganhou o Oscar;
    • o mundo perdia Michael Jackson e Patrick Swayze;
    • Barack Obama foi eleito presidente dos EUA pela primeira vez;
    • nas rádios brasileiras Victor e Léo cantavam sem parar que “borboletas sempre voltam”, enquanto João Bosco e Vinícius seguiam a mesma linha de remember e diziam para a pessoa “chorar e ligar para eles novamente”;
    • Lady Gaga lidava com os “Paparazzi”, enquanto Beyonce (estouradíssima mundialmente) pedia em “Single Ladies” uma aliança em  seu dedo.


     

  • Autoridade digital: saiba como ter e conquiste mais clientes!

    Autoridade digital: saiba como ter e conquiste mais clientes!

    Já ouviu falar em autoridade digital? Então imagine a seguinte cena: você precisa contratar um serviço ou mesmo comprar um produto. Acessa a internet, faz uma pesquisa, e encontra 10 empresas: 9 totalmente desconhecidas e com sites que não agregam nada à sua vida, e 1 cheia de informações e que você já ouviu falar muitas vezes. Qual dessas opções lhe passa maior credibilidade? 

    Para que seu negócio tenha sucesso — e lucro — não basta apenas oferecer o melhor produto ou serviço, é preciso mostrar para o seu público que você entende — muito — o que está fazendo.

    Mais que vender bem, ter autoridade na internet é fazer com que o nome da sua empresa seja o primeiro a ser lembrado pelas pessoas. Você sabe como conseguir isso? E manter essa autoridade, sabe também? Então descubra agora neste post que nós, da Casa, fizemos especialmente para lhe ajudar. Vamos lá?

    O que é autoridade na internet

    A maneira de vender e de comprar mudou muito com o passar dos anos. Atualmente, empresas e consumidores finais não buscam apenas um bom serviço ou preços baixos, eles querem alguém que entenda seus problemas, agreguem informações, tragam novos conhecimentos, e que ofereçam além do que eles precisam, como se “adivinhassem suas necessidades”.

    Para conquistar clientes dessa maneira é preciso mostrar a eles que você tem total domínio do segmento que atua, e que sabe exatamente com ajudar. Isso é ter autoridade digital!

    Desenvolvendo essa autoridade, uma coisa levará a outra: sua empresa passa credibilidade sobre o assunto → gera conteúdo útil para sua persona → ela descobre que pode contar com sua marca para resolver seus problemas → seu nome será o primeiro a ser lembrado na hora da compra → aumento das vendas!

    Como criar autoridade digital

    Criar autoridade digital não é nenhum segredo de estado. Se pensarmos bem são ações até simples, mas que precisam ser bem executadas e seguidas à risca para que o objetivo seja alcançado. Veja o que deve ser feito:

    Conheça profundamente sua persona

    Somente conhecendo a persona do seu negócio você saberá suas dores, necessidades, o que ela busca, e ver o que de melhor sua empresa tem a oferecer para ajudá-la. Com isso, você encontra o ponto de partida, o problema que precisa ser resolvido, e é sobre ele que sua empresa deve trabalhar.

    Crie um site/blog e outros perfis nas redes sociais

    O site e o blog serão os principais veículos para sua empresa oferecer conteúdo para o seu público. Pense em postagens que tragam informações úteis, com textos que resolvam os problemas levantados anteriormente. Use as redes sociais para divulgar e alcançar mais pessoas.

    Como fazer a manutenção da autoridade

    Ok, tudo pronto! Parou por aí? Claro que não! É agora que o trabalho começa efetivamente.

    A partir do momento que você passa a oferecer conteúdo para sua persona, sua empresa já começa a trilhar o caminho para a autoridade digital. Entretanto, é preciso mantê-la para não ficar atrás de seus concorrentes:

    Tenha frequência nas postagens

    Quando o público descobre que você tem informações interessantes para passar, eles começam a esperar por novidades. Por isso, faça um planejamento de postagens e de participações nas redes sociais, cumpra com ele, e esteja sempre presente.

    Interaja com o público

    Dias atrás fizemos um post falando sobre a importância da participação das empresas nas redes sociais, e o quanto isso valoriza a sua marca. Mas não basta criar perfis e lançar os conteúdos, é preciso interagir com as pessoas.

    Nunca, jamais, de forma alguma, deixe sua persona sem resposta. Saiba se comunicar, elabore respostas pontuais para cada um, crie uma proximidade. É importante para o cliente sentir que a empresa não está preocupada apenas em vender, mas que ela realmente se importa com seu problema, e quer solucioná-lo.

    Tenha inteligência emocional

    Todo mundo está sujeito a receber críticas, o segredo é saber lidar com elas.

    A internet tem um poder de alcance estrondoso, por isso, muito cuidado ao responder ofensas ou algum consumidor insatisfeito. Seja inteligente nas respostas e evite criar uma imagem negativa para si mesmo.

    Esteja sempre um passo à frente

    Lá no início falamos que as pessoas buscam empresas que “adivinhem suas necessidades”. Sabendo exatamente o que sua persona precisa você pode se antecipar e criar conteúdos que respondam seus questionamentos antes mesmo dela perguntar.

    Pesquise muito e esteja atento para trazer sempre novidades dentro da sua área de atuação. Isso ajudará para que sua marca se torne a primeira opção na hora da compra.

    Todos temos a tendência de adquirir um produto ou serviço apenas de quem nos passa confiança, que mostre realmente conhecer a área que atua.

    Se sua empresa quer estar nessa condição, invista em marketing de conteúdo. E se precisar de ajuda, vem para a Casa!


     

  • Como utilizar as mudanças no Facebook a favor do meu negócio?

    Como utilizar as mudanças no Facebook a favor do meu negócio?

    No início deste ano, o CEO do Facebook, Mark Zuckemberg, postou um “textão” informando vários motivos e justificativas para as alterações dos algoritmos do Facebook que aconteceriam no decorrer de 2018.  Isso deu um susto em muitos empresários que utilizam a sua plataforma como ferramenta de negócio. O pai da rede social anunciou alterações que visam diminuir o alcance orgânico das postagens de páginas comerciais e aumentar a interação entre amigos e familiares. Mas, calma! Não é o começo do fim. Basta saber utilizar essas mudanças a favor do seu negócio e tudo ficará bem. A gente te explica!

    O que mudou?

    A mudança que mais chamou a atenção do público – principalmente os que utilizam a plataforma como ferramenta de negócio – foi a diminuição das postagens orgânicas realizadas por páginas comerciais no feed dos seus seguidores.

    O criador da rede social justificou que essa alteração foi pensada devido às queixas dos usuários em relação à grande quantidade de postagens comerciais presentes no seu feed de notícias, sobrando pouco espaço para que pudesse acompanhar as postagens de pessoas do seu círculo social. Alguns críticos, porém, atribuíram essa mudança como um certo “empurrãozinho” de Mark para que as páginas comerciais invistam em publicações pagas – que alcançam maior notoriedade de acordo com o valor investido.

    Traduzindo: a partir deste ano, o Facebook passa a dar prioridade para as postagens orgânicas que promovem mais interações sociais. Ou seja, nada daquelas “iscas” que induzem os usuários a curtir páginas ou acessar links. O foco da rede social neste momento é estimular postagens onde naturalmente você vai dialogar através de comentários e vai compartilhar e reagir porque realmente “curtiu” aquele post.

    Mudanças no Facebook. É o fim?

    Não, não é o fim. Contanto que você entenda que o segredo para continuar engajando clientes e conquistando maior alcance no Facebook de forma orgânica, ou seja, grátis, a partir de agora é: promover interações.

    Perceba: a publicação de conteúdos relevantes naturalmente instiga os usuários a interagir – seja com comentários ou curtidas. Essas reações, consequentemente, garantem que as próximas postagens conquistem espaços fixos no feed desses seguidores, já que o Facebook entende que a sua página é significativa para ele.

    Para não ser atingido pela nova mudança – e desaparecer do feed de seus seguidores –  a solução é fugir das tradicionais – e frias – publicações voltadas apenas para vendas, vendas e vendas.

    Uma ótima dica para isso é deixar o seguidor perceber que, por trás do logo da empresa, existem pessoas como ele. Investir no carisma. Injetar personalidade no perfil da empresa e fazer com que os usuários se identifiquem e se importem com a página. Esse é motivo da grande interação que acontece nas postagens dos nossos amigos e familiares. Nós nos importamos com eles.

    A missão por aqui é: mostrar ao usuário que a empresa funciona porque pessoas atuam nela todos os dias. E, com isso, criar uma comunidade de seguidores em torno da página, que estão ali porque se identificam com as postagens e com os ideais da sua empresa. Porque tem afinidade com a empresa e, claro, porque também gostam dos produtos e serviços que ela oferece. Não duvide que essa afinidade não só ajuda a “driblar” os novos algoritmos do Facebook como também colabora com o crescimento nas suas vendas. Afinal, é bem melhor fazer negócio com quem a gente curte, né?

    Por onde começar?

    As palavras de ordem para que a sua página se mantenha em crescimento orgânico no Facebook em 2018 são: interação, relevância e engajamento. Então, é importante fazer publicações que unam esses três objetivos, sem esquecer de “humanizar” a página. Para isso, temos algumas dicas:

    • Periodicidade de postagens: é importante estar sempre presente. Publicar artigos de relevância, que estimulem os usuários a dialogar nos comentários, seguirem a sua página e também em compartilhar as novidades com outros usuários. Vale lembrar que é fundamental unir periodicidade com qualidade, hein?
    • Criação de grupos: o Facebook oferece a possibilidade de criar grupos e fóruns de discussão entre os seguidores de uma determinada página. Essa é uma boa maneira de estreitar os laços com os usuários e ainda garantir que eles visualizem as suas publicações;
    • Postagens com personalidade: Lembra que falamos sobre o carisma? Por que não deixar transparecer os bastidores da sua empresa? Poste fotos da equipe, faça vídeos ao vivo de eventos corporativos. Mostre ao público o seu time!
    • Seja atual: a sua empresa precisa se posicionar em relação aos assuntos atuais, ou as novas tendências que viralizam toda semana. É fundamental estar dentro das novidades e, portanto, garantir relevância e posicionamento;
    • Conte com profissionais experientes no assunto: nós, aqui da Casa, também tivemos que nos adaptar a esses novos algoritmos. Porém, já fizemos a lição de casa e estamos nos mantendo bem no Facebook.

    Caso você ainda tenha dúvidas ou precise de uma mãozinha para se enquadrar nesses novos formatos, nós vamos adorar lhe ajudar. Vem pra Casa!


     

  • Como minha empresa se torna “interessante” nas redes sociais?

    Como minha empresa se torna “interessante” nas redes sociais?

    Ser “interessante” nas redes sociais é algo subjetivo. O que pode ser considerado o máximo para uma pessoa pode não ser para outra. E tá tudo bem receber algumas críticas, acontece. Porém, para evitar “haters” constantes, direcionar informações pertinentes e conquistar mais interações é importante conhecer o seu público alvo. Para isso, crie uma persona do seu cliente, se fazendo perguntas como:

    • A maioria dos meus clientes são homens ou mulheres?
    • De que faixa etária?
    • Qual o seu estilo de vida?
    • O que eles gostam de fazer?
    • Que informação sobre o que eu sei é relevante para eles?

    Pode apostar, com essas respostas rápidas já é possível pensar em publicações assertivas, que agradem essa parcela de pessoas e que, por consequência, irá aumentar rapidamente a popularidade da sua empresa para os clientes. Além disso, dependendo do grau de satisfação do leitor com o seu post, ele ainda pode compartilhá-lo para os seus amigos. Você quer marketing espontâneo, @?

    Por que minha empresa deve estar conectada?

    Cá entre nós, é normal dar aquela olhadinha rápida nas redes sociais entre uma tarefa e outra para se atualizar das últimas notícias e postagens, conferir uma mensagem, compartilhar um conteúdo e assim por diante. Essa é uma atitude extremamente comum e que prova a enorme influência que a tecnologia tem atualmente no nosso cotidiano. Uma pesquisa desenvolvida pela agência We Are Social e a plataforma Hootsuite aponta que o brasileiro passa, em média, cerca de nove horas diárias acessando a internet, seja ouvindo música, trabalhando ou trocando mensagens. Destas, três horas são totalmente destinadas às redes sociais.

    Outra forma de perceber este “boom” que as redes sociais deram nos últimos anos, é analisar se há uma década, por exemplo, era comum ver um enorme número de pessoas conectadas de uma só vez em um aplicativo ou site. Essa mudança no comportamento social reflete diretamente na sua empresa. Afinal, mudaram-se os hábitos, os costumes e, por consequência, as formas de fazer negócio. É preciso reformular as estratégias conforme as mudanças para não ficar de fora dessa evolução. As redes sociais são locais perfeitos para se fazer negócio. Afinal, as empresas têm a oportunidade de se aproximar do seu público-alvo de maneira estratégica, econômica com grandes chances de alcançar bons resultados.

    Quais os principais benefícios das redes sociais?

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    Ainda não se convenceu? Então vamos lá! Veja essa lista de benefícios que a utilização de uma rede social garante para a sua empresa:

    • Estreitar os laços com o público-alvo;
    • Propagar sua marca por plataformas sociais é inúmeras vezes mais econômico que outros modelos de propaganda;
    • Os seus concorrentes também estão lá, então vale dar uma olhadinha em como eles estão se saindo;
    • O crescimento na visibilidade da sua página está diretamente ligado ao crescimento nas vendas
    • Clientes insatisfeitos também vão utilizar a sua página para reclamar. Taí uma ótima forma de garantir eficiência em pós-vendas e aplicar melhorias.

    Por onde e como começar?

    O Instagram, o LinkedIn e, principalmente os blogs, por exemplo, estão entre as redes sociais que mais promovem interação diariamente e, inclusive, oferecem templates especializados para comércio. Ou seja, uma ótima maneira de começar.

    Para garantir reconhecimento do seu negócio por lá, a criação de uma página com a finalidade de promover os seus produtos/serviços e também postar informações relevantes, que estimulem a interação do público-alvo é uma ótima opção. É importante, porém, sair da caixa e não ficar preso apenas em postagens comerciais.

    Se você tem uma loja de chocolates, por exemplo, não fique apenas no “compre bombons” ou “promoção de bombons” muito menos só produza conteúdos na Páscoa ou dia dos namorados. É importante ser interessante, estar presente, engajar leads, ser uma fonte de informações contínuas. Calma! Você não está saindo da sua área de atuação. Pelo contrário: você está se aproximando do público, provando de que a sua empresa compartilha das mesmas idéias e que é sempre uma ótima opção fazer negócio contigo.

    Perceba: nós, da Casa do Texto, somos uma agência de comunicação especializada em diversos serviços – inclusive, criação de conteúdos para a sua empresa, hein? #FicaaDica – no entanto, seria chato da nossa parte postarmos apenas conteúdos que levem os nossos seguidores a contratarem serviços. Por isso, preferimos postar dicas de ortografia, de leitura, artes e fotos. Conversando diretamente com os nossos leitores, com mensagens relevantes e também artigos colaborativos como este.

    Nós sabemos, no primeiro momento, essa nova forma de interação pode parecer algo muito diferente e que levanta inúmeras dúvidas. Porém, acredite, é bastante divertido lidar com o cliente através das redes sociais e colher as percepções que ele tem sobre a sua empresa diretamente da fonte – principalmente quando o objetivo é trabalhar com melhorias contínuas.

    Aposte na inovação! E se precisar de ajuda, já para a Casa!


     

  • Você sabe quais são as redes sociais mais populares?

    redes sociais

    Vivemos tempos conectados, é quase impossível imaginar nossa vida sem a internet. Uma marca que não está online está parada no tempo, como se não existisse, mas estar simplesmente no universo digital não basta. É preciso planejar e possuir uma estratégia se quiser obter resultados.

    As mídias sociais hoje são uma excelente opção para divulgar a sua marca, aplicado a uma boa estratégia de marketing de conteúdo, pode te ajudar a obter grandes resultados. Preparamos uma lista com as redes sociais mais populares e como aplicar o marketing de conteúdo em cada uma delas. Confira:

    Facebook

    Há anos na liderança, o Facebook ajuda a aproximar as pessoas, manter contato com quem está longe, incentiva as relações pessoais e, além disso, possui ferramentas de gestão, de e-commerce, anúncios e métricas.

    Usando o marketing de conteúdo, você pode compartilhar posts do seu blog e fazer comentários interagindo com o seu público. É muito importante responder aos usuários, mas é preciso ter limites.  Jamais use termos ofensivos ou pejorativos. Evite conflitos, não repita demais o conteúdo e também não compartilhe apenas ações promocionais. O espaço é ótimo para soltar a criatividade e testar a ferramenta.

    Twitter 
    O Twitter possui um diferencial diante das outras mídias sociais: pode ser usado como microblog, principalmente por pessoas que buscam um conteúdo atualizado, dinâmico e objetivo, já que os tweets podem ter no máximo 140 caracteres.

    O Twitter é recomendado para as marcas que desejam se promover e cativar um público ligado às novidades, pois é um canal de comunicação interativa onde as informações correm muito rápido. Aprenda a usar a hashtag (#) de maneira correta para obter sucesso na divulgação.

    Usando o Marketing de Conteúdo, lembre-se de ficar atento às menções, responda seus seguidores de maneira amigável e personalizada, identifique usuários engajados e interaja sempre com eles, sugerindo conteúdos e mostrando presença.

    Instagram 
    É uma excelente rede social para interagir com o público a partir de fotolegenda. Fique atento à quantidade de posts. É muito mais eficiente compartilhar apenas uma foto por dia com um conteúdo interessante do que encher a timelime de seus seguidores com conteúdos irrelevantes.

    O grande diferencial do Instagram é o compartilhamento de momentos únicos, é a melhor opção para criar uma sensação de intimidade com os seus seguidores.

    Para o marketing de conteúdo, use imagens do cotidiano de sua empresa, curiosidades, pessoas utilizando seus produtos/serviços ou até mesmo vídeos sobre como utilizá-los.

    LinkedIn
    Diferente das redes citadas anteriormente, o LinkedIn tem como foco as relações corporativas. Funciona como um canal para empresas divulgarem seu histórico, valores e objetivos. É recomendável usar esta rede com foco em parcerias com outras empresas, possíveis clientes e investimentos.

    No marketing de conteúdo, o ponto chave é o uso dos atributos para atingir metas de negócio.  Como compartilhar projetos de sucesso, mostrando a capacidade da sua empresa. Use o LinkedIn como ferramenta de auto divulgação e haverá grandes resultados.

    Google+ 
    Ainda não é muito popular no Brasil, mas tem apresentado um grande crescimento nos últimos meses e promete mais engajamento.

    No Marketing de conteúdo, o Google + é ideal para integrar aos anúncios  AdWords utilizar suas ferramentas de análise e métrica. Também é possível falar diretamente com seus círculos pelo hangout.

    Pinterest 
    É uma rede social predominantemente visual, seus usuários compartilham Gifs, infográficos, tutoriais e imagens de seu interesse.  No Pinterest é possível compartilhar seus conteúdos através de categorias como tecnologia, viagens, gastronomia, decoração, entre outras. A criatividade é a palavra-chave nesta rede.

    No marketing de conteúdo, use e abuse dos recursos visuais. Fugindo do óbvio, compartilhe conteúdos atraentes e interessantes. Você pode também usá-la como forma de informar e esclarecer dúvidas de forma inovadora através de infográficos, por exemplo.

    Existem inúmeras maneiras de divulgar seu conteúdo pela internet, o importante é elaborar uma estratégia, dedicar-se ao planejamento e soltar a criatividade.


     

  • Comunicação integrada e as relações de força

     

    comunicação integrada

    Informação é poder, isso ninguém questiona mais. Na era da velocidade, dados circulam por todos os lugares em todos os tempos, e quem consegue dar sentido a todo esse movimento sai na frente quando o assunto é comunicação.

    O que acontece é que, nas empresas, a informação não é estruturada. (ok, posso estar generalizando, então leia ‘na maioria das empresas’ se isso faz mais sentido para você). Ou seja, cada vez mais ampliam-se os canais de comunicação e a estrutura interna das empresas, em contrapartida, fecha-se em feudos, disputando atenção, informação e verbas, é claro.

    A comunicação interna está a cargo do RH, o mercado fica sob responsabilidade do marketing e ainda há que se pensar em assessoria de imprensa e marketing digital, que muitas vezes ficam com uma agência externa. Essa desestrutura, em que todos traçam sua própria estratégia de ação, faz com que a empresa, que deveria ter uma voz única, pareça mais com uma colcha de retalhos para o mercado, algo como um Frankenstein, em que cada um quer encaixar a sua área sem ter claro qual o real impacto da comunicação como um todo.

    george clooney
    Comunicação Integrada

     

    Comunicação por demanda
    Comunicação por demanda

     

     

     

     

     

     

    Acontece que toda empresa tem – ou deveria ter – missão, visão e valores definidos, e são esses os conceitos que ela deve refletir, clara e diretamente, em todos os seus canais de comunicação.

    Os objetivos e valores da empresa devem ser claros para todos os públicos que ela impacta. Não é mais suficiente mostrar ao mercado O QUE a empresa faz, é preciso dizer COMO ela faz. É claro que a linguagem e a informação são adequadas a cada público: o cliente é quer receber um tipo de informação diferente da que o governo precisa, por exemplo, e as ferramentas e linguagens devem ser adequadas a cada um desses públicos.

    No entanto, a voz da empresa é única! Trabalhar estrategicamente a comunicação significa ter esse conceito por trás de todas as ações, para que todas as falas realmente façam sentido. E aí temos mais um conceito envolvido, o da transparência. Mas isso é outro assunto.

    E a sua empresa, pratica a comunicação integrada?


     

  • Os dilemas da comunicação digital

     

    comunicação por redes sociais

    Uma das grandes questões que o universo digital – e as redes sociais em particular – colocaram no mundo empresarial é a necessidade de ‘conversar’ com o consumidor. O ponto central é que a conversa que a empresa planeja manter com os consumidores tem um foco muito específico: vender com eficiência – mais e melhor.

    A questão é que, realmente, se a empresa não se dispuser a participar desse diálogo, pode estar deixando de lado uma baita oportunidade de entender o consumidor, e ele está cada vez mais mimado. Quer ser compreendido rapidamente, de maneira que não existam dúvidas sobre como atender as suas necessidades. Quando a Casa do Texto começou a produzir conteúdo para sites, em 1999, muitas empresas podiam se dar ao luxo de dizer que não viam sentido em estar na internet. Hoje, isso não é mais possível: se a empresa não está na internet, ela simplesmente não existe!

    Enquanto isso, um lixo enorme de conteúdo é produzido, no meio de muita informação boa. O problema principal é que nossa fonte de informação parte quase sempre de um único ponto: o Google. Com isso, deixamos de enxergar uma questão sob vários ângulos para vê-lo por – muitas vezes – não mais que um ângulo.

    Sei que a produção de conteúdo de uma empresa para abrir um canal de relacionamento com o consumidor é uma questão de amadurecimento do mercado em geral, e pouquíssimas são as empresas que estão dispostas a ‘dar a cara a tapa’: assumir seus pontos fortes e fracos publicamente não é pra qualquer um. Mas este é um processo inerente ao ambiente web, a seleção é natural, e quem participar do processo desde cedo tem mais chances (porque expôs-se a esse ambiente por mais tempo) de superar rapidamente essas dificuldades.


     

  • A linguagem das redes sociais

     

    linguagem nas redes sociais

    Há consenso de que as redes sociais, principalmente Facebook, Linkedin, Pinterest e Twitter, se bem utilizadas, podem ser potentes ferramentas de negócios. Pesquisas e mais pesquisam indicam o crescimento desse uso no universo corporativo.

    Agilidade nos processos de negócios, diminuição de custos nas ações de marketing e melhor relacionamento com clientes e fornecedores são algumas das vantagens das redes sociais, além do estímulo ao trabalho colaborativo. Definitivamente, o marketing de conteúdo veio para ficar.

    Tudo muito bom, tudo muito bem. Mas mais importante que estar updated em relação ao uso de novas tecnologias é saber com quem falar e por onde falar com o seu público. Além disso, é preciso estar atento ao que você diz quando seu negócio está na “praça virtual”, sobretudo porque, na rede, as informações se replicam de uma maneira absurdamente veloz, para o bem ou para o mal. Se sua empresa tem muitas informações para dar e quer falar com o mercado de uma maneira mais aprofundada, considere manter um blog.

    Assim, investir no conteúdo adequado e, como passo seguinte, monitorar as interações do público, conversando com ele, mantém o relacionamento ativo e pode prevenir crises. As redes sociais possuem linguagem própria. Nada de vocabulário rebuscado e, acima de tudo, muito cuidado com as palavras. Elas podem se tornar um tiro no pé se utilizadas de forma a sugerir qualquer tipo de discriminação ou ambiguidade, dando margem inclusive a ações judiciais.

    Outro fator preponderante é a periodicidade das postagens. O usuário das redes conecta-se incansavelmente, sobretudo em função dos dispositivos móveis. Nessa perspectiva, a agilidade na criação de postagens diárias é fundamental para criar um relacionamento com o público desejado. Afinal, você sua a camisa pra construir um relacionamento digital e depois deixa o seu interlocutor falando sozinho?


     

  • Crise nas redes sociais. Educação é arma para evitá-las.

    crise-redes-sociais

    A empresa está nas redes sociais, posta todos os dias uma novidade no Facebook, tem centenas ou milhares de “curtidores” e interage com eles como num lindo conto de fadas, eles elogiam de lá, você agradece de cá; eles perguntam dali, você responde daqui, e ainda dá tempo de fazer uma gracinha gut-gut.

    Mas num dia qualquer, um consumidor não teve uma boa experiência com a marca e resolveu expor o seu desagrado nas redes, e o funcionário responsável pelo sucesso da empresa na mídia digital ficou sem saber o que fazer e resolveu responder de qualquer jeito, sem pensar nas conseqüências. O que até então era uma relação cheia de comentários elogiosos virou uma confusão danada, com prováveis danos à marca.

    Não estou falando de nenhuma marca específica, mas exemplos não faltam, é só fazer uma pesquisa rápida na internet pra encontrar os casos mais absurdos.

    O que quero ressaltar é que uma crise é, também, uma ótima oportunidade para o amadurecimento da participação de uma empresa nas redes. Comunicação implica em estabelecer relacionamento, e numa rede social espera-se que esse relacionamento dure um tempo maior que a leitura de um post. Uma rede como o Facebook, por exemplo, é um excelente canal para estreitar o relacionamento com o cliente; ele adquire confiança na empresa e você, por sua vez, vai entendendo melhor os mecanismos que os impulsionam a relacionarem-se com a empresa.

    Como toda e qualquer relação, esta também pode passar por problemas, e lidar com eles de forma transparente, assumindo seus eventuais erros e dispondo-se a realmente encontrar uma saída, mostrará a todos, até mesmo a seus colaboradores, que a empresa está madura e preparada para lidar com eles, e o que parecia ser o estopim de uma crise pode virar um momento de oportunidades.

    Não há uma fórmula pronta para lidar com crises, é preciso sempre conhecer a situação, avaliá-la da forma mais imparcial possível e usar o bom senso. Tudo pode ficar mais fácil se seus colaboradores entendem a importância desse relacionamento e participam dele ativamente.


     

  • Sua empresa está nas redes sociais?

    redes sociais

    A resposta a essa pergunta é sempre sim? Ok! Talvez sua empresa seja pequena e você não veja motivo para participar das redes sociais. Afinal, pra que gastar tempo e dinheiro com algo que não lhe diz respeito?

    Se você pensa assim, melhor rever seus conceitos. Acredite, o caminho das redes sociais no mundo corporativo é sem volta. Você pode não querer participar ativamente agora, mas é bom pelo menos familiarizar-se com o ambiente, porque mais cedo ou mais tarde (e é bem provável que seja mais cedo) isso vai acontecer.

    Um bom motivo pra aceitar isso é lembrar-se da nossa rotina de trabalho há uns 15 anos. Pouca gente tinha computador para trabalhar, e-mail então era só pra gerência e diretoria, e olhe lá! O argumento mais comum é que o e-mail interferia na produtividade do funcionário, era um desperdício de tempo.

    Sentiu a familiaridade do discurso? Exatamente!

    Ter uma empresa nas redes sociais não é nenhum bicho de 7 cabeças, pelo contrário. E só mais uma excelente ferramenta pra conhecer o seu cliente: suas preferências, seus hábitos, a forma como ele gosta de consumir o produto ou serviço que você oferece.

    Só uma coisa é importante: planeje-se! Saiba o que você quer/precisa dizer ao seu cliente e, principalmente, se ele está disposto a ouvi-lo da mesma forma.