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  • O que mudou na comunicação nos últimos 10 anos? #10yearschallenge

    O que mudou na comunicação nos últimos 10 anos? #10yearschallenge

    No mês passado, a Casa do Texto completou 10 anos! Uhuu!!! Coincidência ou não, estamos acreditando que 10 é o número do momento.

    Se você costuma usar o Instagram viu que na última semana a sensação foi o desafio dos 10 anos. Usando as hashtags #10yearschallenge e #10yearchallenge milhares de usuários da rede social — incluindo celebridades e, lógico, o pessoal da Casa do Texto — se divertiram postando fotos atuais comparando-as com fotos de uma década atrás.

    Mas será que foram só as pessoas que mudaram nesse período? Veja como era e como ficou a comunicação dentro das empresas, e entre elas e o público também.

     

     

    A ano é 2009: como era a nossa comunicação?

    Pense como um consumidor: como você comprava algo 10 anos atrás? Como recebia informações sobre novos produtos, novas tecnologias, entre outras coisas?

    Em um mundo não tão distante assim, em 2009 já tínhamos pleno acesso à internet. Porém, nem toda a comunicação que usamos atualmente através dela existia.

    Agora, direcione o seu pensamento para o trabalho: como você se comunicava com seus funcionários? Ainda não tinha a sua própria marca? Ok! Então responda: como era a comunicação entre as pessoas na empresa onde trabalhava na época? E com as outras empresas, como vocês se comunicam?

    Certamente, uma das ferramentas que vêm a nossa mente é o e-mail. Não tão popular hoje em dia — porém, ainda muito útil e, sim, muito utilizado — inicialmente o e-mail era uma das principais formas de trocar mensagens, especialmente as profissionais.

    Com o passar do tempo tudo ficou mais rápido e dinâmico. A maneira de se comunicar ganhou nova velocidade e diversos aplicativos surgiram para contribuir ainda mais com essa “sede de informações”.

    O WhatsApp, por exemplo, é um dos aplicativos que se fosse participar do #10yearschallenge teria que postar uma foto da sua certidão de nascimento.

    Criado em 2009, o WhatsApp rapidamente caiu no gosto mundial. Tanto que, em apenas quatro anos de existência, já havia batido o recorde do Facebook com o mesmo tempo de vida, contando com duas vezes mais usuários.

    E olha que naquela época ele nem pertencia ao menino empreendedor Mark Zuckerberg, que somente comprou o WhatsApp em 2014.

    Como se tornou uma forte ferramenta de comunicação, inclusive no meio empresarial, o WhatsApp lançou em 2018 a sua versão Business, voltada exclusivamente para empresas.

     

    Quais as outras formas de comunicação entre empresas e público?

    Quando se fala em comunicação, ainda mais tendo a internet como veículo, quanto mais rápido as notícias chegarem melhor.

    Redes sociais que antes tinham apenas como foco o entretenimento acabaram sendo “invadidas” pelas empresas que viram ali uma excelente maneira de chegar até o seu público-alvo.

    O Facebook, por exemplo, foi criado em 2004, e teve sua primeira versão em português em 2008. Mas somente em 2011, quando a empresa abriu um escritório aqui no Brasil, que ele realmente ganhou força entre nós, se tornando uma das principais e mais acessadas redes sociais. Ou seja, uma excelente porta para divulgação de marcas e serviços.

    O Twitter — tadinho, não tão badalado hoje em dia, mas mesmo assim ainda muito funcional para mensagens rápidas, propagação de novidades e informativos de novos posts, por exemplo — foi criado em 2006, se tornando mais conhecido em terras tupiniquins em 2011, quando ganhou sua versão em português.

    Já o Instagram é uma das redes sociais mais recentes. Lançado em 2010, ele mesmo não poderia participar do #10yearschallenge — que contraditório! Seu grande auge aconteceu em 2012, com o lançamento da versão para Android e sua compra pelo menino Mark (sim, aquele beeeeem empreendedor).

     

    A comunicação em 10 anos: o que mudou?

    Outro que chegou com tudo em 2009 foi o Inbound Marketing, ou o marketing de atração. 

    Esse conceito foi criado em 2006 pela empresa Hubspot, mas somente três anos depois se tornou a estratégia mais popular para conversão de cliente. Isso ocorreu após o lançamento do livro “Inbound Marketing: seja encontrado usando o Google, a mídia social e os blogs”.

    O Inbound Marketing visa atrair público e convertê-lo em cliente usando, para isso, conteúdos relevantes.

    Diferente da forma de venda de anos atrás, em que as empresas iam atrás dos clientes, no Inbound são criados conteúdos que trazem respostas e soluções para os problemas do público-alvo e, assim, é o cliente que chega até a sua marca.

    Mas para isso é preciso saber falar com o público. A forma que você usa as ferramentas que hoje temos disponível é o que, de fato, traz resultados para a sua estratégia.

    No decorrer desses 10 anos a Casa do Texto cresceu em número de clientes e em qualidade. Ou melhor, o crescimento da nossa qualidade é que fez com que o número de clientes aumentasse.

    Aqui, trabalhamos a comunicação — seja entre empresa/cliente, empresa/empresa, empresa/funcionários — de forma assertiva.

    Não basta saber o que falar, é primordial saber como falar.

    Para cada ferramenta e rede que chegou até nós na última década há um conteúdo correto a ser produzido, bem como a forma certa de se comunicar.

    E você e sua marca, mudaram muito nos últimos 10 anos? Que tal mudar ainda mais? Vem pra Casa!

    #10yearschallenge   #10yearchallenge   #nossodesafioécrescer   #teamcasa

     

    Curiosidades de 2009

    Só para não perder a vibe nostálgica, veja o que foi destaque no mundo em 2009:

    • o filme “Quem quer ser um milionário?” ganhou o Oscar;
    • o mundo perdia Michael Jackson e Patrick Swayze;
    • Barack Obama foi eleito presidente dos EUA pela primeira vez;
    • nas rádios brasileiras Victor e Léo cantavam sem parar que “borboletas sempre voltam”, enquanto João Bosco e Vinícius seguiam a mesma linha de remember e diziam para a pessoa “chorar e ligar para eles novamente”;
    • Lady Gaga lidava com os “Paparazzi”, enquanto Beyonce (estouradíssima mundialmente) pedia em “Single Ladies” uma aliança em  seu dedo.


     

  • Como utilizar as mudanças no Facebook a favor do meu negócio?

    Como utilizar as mudanças no Facebook a favor do meu negócio?

    No início deste ano, o CEO do Facebook, Mark Zuckemberg, postou um “textão” informando vários motivos e justificativas para as alterações dos algoritmos do Facebook que aconteceriam no decorrer de 2018.  Isso deu um susto em muitos empresários que utilizam a sua plataforma como ferramenta de negócio. O pai da rede social anunciou alterações que visam diminuir o alcance orgânico das postagens de páginas comerciais e aumentar a interação entre amigos e familiares. Mas, calma! Não é o começo do fim. Basta saber utilizar essas mudanças a favor do seu negócio e tudo ficará bem. A gente te explica!

    O que mudou?

    A mudança que mais chamou a atenção do público – principalmente os que utilizam a plataforma como ferramenta de negócio – foi a diminuição das postagens orgânicas realizadas por páginas comerciais no feed dos seus seguidores.

    O criador da rede social justificou que essa alteração foi pensada devido às queixas dos usuários em relação à grande quantidade de postagens comerciais presentes no seu feed de notícias, sobrando pouco espaço para que pudesse acompanhar as postagens de pessoas do seu círculo social. Alguns críticos, porém, atribuíram essa mudança como um certo “empurrãozinho” de Mark para que as páginas comerciais invistam em publicações pagas – que alcançam maior notoriedade de acordo com o valor investido.

    Traduzindo: a partir deste ano, o Facebook passa a dar prioridade para as postagens orgânicas que promovem mais interações sociais. Ou seja, nada daquelas “iscas” que induzem os usuários a curtir páginas ou acessar links. O foco da rede social neste momento é estimular postagens onde naturalmente você vai dialogar através de comentários e vai compartilhar e reagir porque realmente “curtiu” aquele post.

    Mudanças no Facebook. É o fim?

    Não, não é o fim. Contanto que você entenda que o segredo para continuar engajando clientes e conquistando maior alcance no Facebook de forma orgânica, ou seja, grátis, a partir de agora é: promover interações.

    Perceba: a publicação de conteúdos relevantes naturalmente instiga os usuários a interagir – seja com comentários ou curtidas. Essas reações, consequentemente, garantem que as próximas postagens conquistem espaços fixos no feed desses seguidores, já que o Facebook entende que a sua página é significativa para ele.

    Para não ser atingido pela nova mudança – e desaparecer do feed de seus seguidores –  a solução é fugir das tradicionais – e frias – publicações voltadas apenas para vendas, vendas e vendas.

    Uma ótima dica para isso é deixar o seguidor perceber que, por trás do logo da empresa, existem pessoas como ele. Investir no carisma. Injetar personalidade no perfil da empresa e fazer com que os usuários se identifiquem e se importem com a página. Esse é motivo da grande interação que acontece nas postagens dos nossos amigos e familiares. Nós nos importamos com eles.

    A missão por aqui é: mostrar ao usuário que a empresa funciona porque pessoas atuam nela todos os dias. E, com isso, criar uma comunidade de seguidores em torno da página, que estão ali porque se identificam com as postagens e com os ideais da sua empresa. Porque tem afinidade com a empresa e, claro, porque também gostam dos produtos e serviços que ela oferece. Não duvide que essa afinidade não só ajuda a “driblar” os novos algoritmos do Facebook como também colabora com o crescimento nas suas vendas. Afinal, é bem melhor fazer negócio com quem a gente curte, né?

    Por onde começar?

    As palavras de ordem para que a sua página se mantenha em crescimento orgânico no Facebook em 2018 são: interação, relevância e engajamento. Então, é importante fazer publicações que unam esses três objetivos, sem esquecer de “humanizar” a página. Para isso, temos algumas dicas:

    • Periodicidade de postagens: é importante estar sempre presente. Publicar artigos de relevância, que estimulem os usuários a dialogar nos comentários, seguirem a sua página e também em compartilhar as novidades com outros usuários. Vale lembrar que é fundamental unir periodicidade com qualidade, hein?
    • Criação de grupos: o Facebook oferece a possibilidade de criar grupos e fóruns de discussão entre os seguidores de uma determinada página. Essa é uma boa maneira de estreitar os laços com os usuários e ainda garantir que eles visualizem as suas publicações;
    • Postagens com personalidade: Lembra que falamos sobre o carisma? Por que não deixar transparecer os bastidores da sua empresa? Poste fotos da equipe, faça vídeos ao vivo de eventos corporativos. Mostre ao público o seu time!
    • Seja atual: a sua empresa precisa se posicionar em relação aos assuntos atuais, ou as novas tendências que viralizam toda semana. É fundamental estar dentro das novidades e, portanto, garantir relevância e posicionamento;
    • Conte com profissionais experientes no assunto: nós, aqui da Casa, também tivemos que nos adaptar a esses novos algoritmos. Porém, já fizemos a lição de casa e estamos nos mantendo bem no Facebook.

    Caso você ainda tenha dúvidas ou precise de uma mãozinha para se enquadrar nesses novos formatos, nós vamos adorar lhe ajudar. Vem pra Casa!


     

  • A linguagem das redes sociais

     

    linguagem nas redes sociais

    Há consenso de que as redes sociais, principalmente Facebook, Linkedin, Pinterest e Twitter, se bem utilizadas, podem ser potentes ferramentas de negócios. Pesquisas e mais pesquisam indicam o crescimento desse uso no universo corporativo.

    Agilidade nos processos de negócios, diminuição de custos nas ações de marketing e melhor relacionamento com clientes e fornecedores são algumas das vantagens das redes sociais, além do estímulo ao trabalho colaborativo. Definitivamente, o marketing de conteúdo veio para ficar.

    Tudo muito bom, tudo muito bem. Mas mais importante que estar updated em relação ao uso de novas tecnologias é saber com quem falar e por onde falar com o seu público. Além disso, é preciso estar atento ao que você diz quando seu negócio está na “praça virtual”, sobretudo porque, na rede, as informações se replicam de uma maneira absurdamente veloz, para o bem ou para o mal. Se sua empresa tem muitas informações para dar e quer falar com o mercado de uma maneira mais aprofundada, considere manter um blog.

    Assim, investir no conteúdo adequado e, como passo seguinte, monitorar as interações do público, conversando com ele, mantém o relacionamento ativo e pode prevenir crises. As redes sociais possuem linguagem própria. Nada de vocabulário rebuscado e, acima de tudo, muito cuidado com as palavras. Elas podem se tornar um tiro no pé se utilizadas de forma a sugerir qualquer tipo de discriminação ou ambiguidade, dando margem inclusive a ações judiciais.

    Outro fator preponderante é a periodicidade das postagens. O usuário das redes conecta-se incansavelmente, sobretudo em função dos dispositivos móveis. Nessa perspectiva, a agilidade na criação de postagens diárias é fundamental para criar um relacionamento com o público desejado. Afinal, você sua a camisa pra construir um relacionamento digital e depois deixa o seu interlocutor falando sozinho?


     

  • Dicas para manter uma Fan Page

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    Na última terça-feira, 17 de junho, o Facebook comunicou a marca de 1 milhão de anunciantes ativos. Ainda segundo a empresas, a maioria deles é de pequenos negócios, que formam uma comunidade de anunciantes com capacidade para alavancar a rede.

    Normalmente, o caminho seguido pelas pequenas empresas é de abrir um perfil no Facebook, depois de um tempo migrar para uma fan page até tornar-se anunciante. Carolyn Everson, VP da empresa, afirma que “o trabalho sendo desenvolvido no Facebook é particular, os resultados são reais e o impacto é poderoso”.

    Agora, puxando a sardinha…

    Quantas dessas empresas têm uma estratégia de comunicação desenhada para o Facebook? E vamos aqui definir ‘estratégia desenhada’ como identificação do público-alvo na rede, interação com esse público (linguagem, periodicidade de postagem, interação com os comentários) e dados estruturados para análise da interação.

    As redes são um meio poderoso de comunicação com os públicos de contato de uma empresa, mas se não forem levadas a sério, essa participação pode ser um tiro no pé. Participar do Facebook, mas postar só quando você se lembra ou ‘tem um tempinho’, postar várias coisas de uma vez e depois passar um tempo sem dizer nada (afinal, você já colocou bastante informação), não interagir com os fãs da página ou falar o tempo todo sobre assuntos que não têm nenhuma conexão com o seu negócio só deixa os consumidores confusos.

    E não foi pra isso que você começou essa conversa, não é?


     

  • Crise nas redes sociais. Educação é arma para evitá-las.

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    A empresa está nas redes sociais, posta todos os dias uma novidade no Facebook, tem centenas ou milhares de “curtidores” e interage com eles como num lindo conto de fadas, eles elogiam de lá, você agradece de cá; eles perguntam dali, você responde daqui, e ainda dá tempo de fazer uma gracinha gut-gut.

    Mas num dia qualquer, um consumidor não teve uma boa experiência com a marca e resolveu expor o seu desagrado nas redes, e o funcionário responsável pelo sucesso da empresa na mídia digital ficou sem saber o que fazer e resolveu responder de qualquer jeito, sem pensar nas conseqüências. O que até então era uma relação cheia de comentários elogiosos virou uma confusão danada, com prováveis danos à marca.

    Não estou falando de nenhuma marca específica, mas exemplos não faltam, é só fazer uma pesquisa rápida na internet pra encontrar os casos mais absurdos.

    O que quero ressaltar é que uma crise é, também, uma ótima oportunidade para o amadurecimento da participação de uma empresa nas redes. Comunicação implica em estabelecer relacionamento, e numa rede social espera-se que esse relacionamento dure um tempo maior que a leitura de um post. Uma rede como o Facebook, por exemplo, é um excelente canal para estreitar o relacionamento com o cliente; ele adquire confiança na empresa e você, por sua vez, vai entendendo melhor os mecanismos que os impulsionam a relacionarem-se com a empresa.

    Como toda e qualquer relação, esta também pode passar por problemas, e lidar com eles de forma transparente, assumindo seus eventuais erros e dispondo-se a realmente encontrar uma saída, mostrará a todos, até mesmo a seus colaboradores, que a empresa está madura e preparada para lidar com eles, e o que parecia ser o estopim de uma crise pode virar um momento de oportunidades.

    Não há uma fórmula pronta para lidar com crises, é preciso sempre conhecer a situação, avaliá-la da forma mais imparcial possível e usar o bom senso. Tudo pode ficar mais fácil se seus colaboradores entendem a importância desse relacionamento e participam dele ativamente.